Presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública avalia o futuro da área em São Paulo e o papel do governo Lula para frear o bolsonarismo.
No Rio é ainda pior, a Polícia Civil é mais militarizada do que muitas polícias militares, em relação à letalidade de suas ações [por matar mais que outras polícias civis em vez de investigar]. Então, de novo, a polícia de São Paulo construiu um modelo que dá mais autonomia à corporação e não ao policial. Porque existe uma voz de comando única na Polícia Militar de São Paulo, que é a própria Polícia Militar – e não o coronel A ou B. Todos sabem que a relação com a polícia, principalmente a militar, é uma relação muito difícil. E uma forma de desqualificá-lo é dizer que não é um projeto da corporação, que os PMs não querem as câmeras. A lei que organiza as polícias militares é de 1967, o código penal de 1940, as alterações no processo penal são de 1941, e a Lei de Execução Penal é de 1984. Então a secretaria não é o único modelo possível, mas é fundamental que você tenha um órgão. Isso não acontece no Rio de Janeiro, onde quem toma a decisão é o policial da ponta. Mas São Paulo tem uma diferença histórica: criou, por questões muito mais antigas, que têm a ver com a Revolução Constitucionalista de 1932, a ideia de identidade do paulista, e a polícia é um força pública muito ciosa da sua institucionalidade. Como o mundo todo reconhece que a tecnologia é uma das formas das polícias se profissionalizarem e se legitimarem, o que houve foi um esforço de modernização legislativa. E aí elas se acostumaram com a autonomia excessiva de dizer o que é certo ou errado, o que é ordem pública, o que é poder de polícia, que não são termos claramente definidos na legislação. “A Polícia Militar de São Paulo é muito ciosa da sua institucionalidade e de sua profissionalização, preza pelos mecanismos de controle dos policiais.
Sob justificativa de protestar contra a prisão de um líder indígena bolsonarista acusado de atos antidemocráticos e de ameaçar Lula, um grupo de seguidores ...
Não é a mão deles que quebra, destrói e incendeia, mas é a sobreposição de seus discursos que empoderam os golpistas. [Jair Bolsonaro](https://noticias.uol.com.br/politica/governo-bolsonaro/) torce para que o caos se instale em todo o Brasil a fim de justificar uma intervenção das Forças Armadas. Em tempo: As imagens de carros e ônibus em chamas em Brasília estão circulando pela imprensa internacional. Investigação da PF apontou que ele é figura constante em uma série de atos antidemocráticos. Os vídeos que estão sendo transmitidos, muitas vezes pelos próprios criminosos, mostram cenas que não deixam nada a dever a filmes de guerra. Um grupo de 200 seguidores do atual presidente resolveu espalhar o terror em Brasília na noite desta segunda (12).
Manifestantes bolsonaristas danificaram carros estacionados no entorno da sede da Polícia Federal em Brasília e incendiaram diversos ônibus nesta ...
A decisão atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República. Segundo o Supremo Tribunal Federal, o ministro Alexandre de Moraes determinou a prisão temporária de José Acácio Serere Xavante, pelo prazo inicial de dez dias, por condutas ilícitas em atos antidemocráticos. Se você valoriza o bom jornalismo, ajude CartaCapital a seguir lutando por um um novo Brasil. Manifestantes bolsonaristas danificaram carros estacionados no entorno da sede da Polícia Federal em Brasília e incendiaram diversos ônibus nesta segunda-feira 12. Diante de um país tão dividido e arrasado, é preciso centrar esforços em uma reconstrução. Ao pedir ao STF a prisão temporária, a PGR argumentou que o indígena se utiliza “de sua posição de cacique do Povo Xavante para arregimentar indígenas e não indígenas para cometer crimes, mediante a ameaça de agressão e perseguição do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva e dos ministros do STF Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso”.
Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) atearam fogo em veículos após conflito com a Polícia Militar do Distrito Federal. Eles tentaram invadir a sede ...
Segundo a corporação, os militares estão aguardando as forças policiais “estabilizarem a situação para conter os possíveis focos de incêndio ou outros atendimentos que se fizerem necessários”. Em dado momento, alguns manifestantes fecharam a Via N2 (em ligação com a W3) e tentaram impedir que os veículos seguissem no sentido Esplanada dos Ministérios. A reportagem esteve no local e flagrou um homem arrancando uma lixeira enquanto o confronto ocorria no fim da rua.
Alexandre de Moraes determinou a prisão do cacique Serere Xavante por liderar protestos golpistas.
Em comunicação oficial do STF, Moraes ressaltou que as condutas do investigado se revestem de agudo grau de gravidade e revelam os riscos decorrentes da sua manutenção em liberdade, uma vez que Serere Xavante convocou expressamente pessoas armadas para impedir a diplomação dos eleitos. A segurança de Lula e Geraldo Alckmin foi reforçada com a formação de um cordão policial ao redor do hotel. Bolsonaristas quebram e incendeiam carros, ônibus e tentam invadir sede da Polícia Federal em Brasília. Devem ser imediatamente contidos, presos, investigados e rigorosamente punidos.— Marina Silva (@MarinaSilva) Botaram fogo em carros e ônibus, aterrorizando a cidade. NÃO é manifestação democrática, NÃO é um ato de pessoas de bem.
O falso cacique Sererê é o pivô da baderna golpista dos bolsonaristas em Brasília. Mais uma farsa em ameaça à democracia.
[diplomação de Lula](https://congressoemfoco.uol.com.br/area/governo/lula-cita-democracia-21-vezes-durante-diplomacao-veja-nuvem-de-palavras/), nesta segunda-feira (12). [Golpistas serão responsabilizados, alerta Alexandre](https://congressoemfoco.uol.com.br/area/justica/diplomacao-de-lula-autores-de-ataques-antidemocraticos-serao-responsabilizados-diz-moraes/) No vídeo a seguir, ele também pede ajuda financeira para arcar com os custos de manutenção dos golpistas no Distrito Federal. O “grande líder” indígena em nome do qual os bolsonaristas resolveram tocar o terror na capital federal, o pastor evangélico José Acácio Sererê Xavante, apresenta-se como cacique, título que sua própria comunidade lhe nega. Suas terras foram invadidas, os processos de demarcação foram paralisados e os assassinatos de indígenas subiram incrivelmente. Bolsonaristas alegam agir em defesa de “um índio preso injustamente” para transformar Brasília em cenário de guerra.
Escalada de destruição promovida por manifestantes favoráveis ao presidente Jair Bolsonaro (PL) atingiu o Setor Hoteleiro Norte.