Eduardo Leite, primeiro governador reeleito do Rio Grande do Sul, tomou posse na manhã deste domingo (1/1), em sessão solene na Assembleia Legislativa.
Outros destaques da primeira gestão foi a agenda de privatizações e concessões e o programa RS Seguro, que reduziu os índices de criminalidade. Foi presidente da Assembleia Legislativa em 2021, com uma gestão baseada na democracia ativa e interativa e na retomada do Rio Grande do Sul pós-pandemia. No primeiro ano de mandato na Assembleia, liderou a bancada e presidiu a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Atuou como membro titular das comissões de Saúde e Meio Ambiente e de Finanças, Planejamento, Fiscalização e Controle, além de ter presidido a Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas, Privadas e Comunitárias do RS. Como governador do Rio Grande do Sul, a partir de 2019, Leite aprovou as mais profundas reformas administrativa e previdenciária, incluindo a previdência de militares, entre os Estados brasileiros. “Hoje reencontro a população do meu querido Rio Grande na condição privilegiada e desafiadora de governador de todos os gaúchos. Leite observou que todos os desafios e objetivos serão perseguidos sem perder de vista o compromisso com a responsabilidade fiscal. “Iremos melhorar a qualidade da educação e do aprendizado no Rio Grande do Sul. Depois de 57 meses de salários do funcionalismo atrasados, o Estado passou a pagar os servidores em dia, cumprindo os repasses a hospitais e a fornecedores. Mostramos que é possível fazer política com firmeza e convicção, sem negociatas, confrontos e ataques, sem agredir adversários ou quem discorda de um determinado ponto de vista. A solenidade se iniciou às 10h15, no plenário 20 de Setembro, e foi conduzida pelo presidente do Legislativo, deputado Valdeci Oliveira. Ele assumiu o cargo para o período de 2023 a 2026, ao lado do vice-governador Gabriel Souza, também empossado neste domingo.
Político falou publicamente sobre a homossexualidade pela primeira vez em julho de 2021, quando assumiu o namoro com o médico capixaba Thalis Bolzan, ...
O Rio Grande do Sul não tem uma primeira dama mas tem alguém que é de verdade, podem ter certeza." "Entendo que o nosso papel como lideranças políticas não é apenas de manejar orçamentos, fazer obras, organizar políticas públicas. Destacou que não poderia encerrar o mandato sem falar do tema. E o meu é de muito amor pelo Thalis e pelo povo do Rio Grande do Sul", disse neste domingo. "O povo tomou essa decisão entendendo que a vida pessoal no fim das contas é sobre o amor. "Por isso é com muita alegria que estou aqui ao lado do Thalis, o meu amor, meu carinho.
O governador reeleito, que é do PSDB, afirmou que manterá uma “relação saudável e madura” com o governo federal, com “respeito federativo”.
O Fala.BR é uma plataforma de comunicação da sociedade com a administração pública, por meio das Ouvidorias. [renunciado ao mandato](https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2022-03/governador-do-rs-oficializa-renuncia) em março de 2022, Leite é tecnicamente considerado governador reeleito, segundo o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul. “Não resolvemos tudo, não agradamos a todos, mas não houve segmento que não tenha merecido nossa atenção dentro dos limites do possível e sempre no intuito de indicar soluções duradouras, sustentáveis e estruturais”, disse. Mas iremos trabalhar para que não percamos a linha do equilíbrio e tenhamos recursos para seguir com os investimentos e ofertas qualificadas de serviços públicos, visando sempre o maior impacto social”, completou. “É a partir da educação que nivelaremos as oportunidades e que vamos proporcionar o mesmo ponto de partida para que nossos jovens estejam preparados para os desafios econômicos e humanos deste novo milênio”, destacou. Eduardo Leite, de 37 anos, é bacharel em direito pela Universidade Federal de Pelotas, estudou também gestão pública na Universidade de Columbia, nos EUA, e fez mestrado em gestão e políticas públicas na Fundação Getulio Vargas (FGV), em São Paulo. Ele citou conquistas do primeiro mandato e destacou que governou em meio a duas estiagens e uma pandemia. “Nós e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva atendemos a mesma população no Rio Grande do Sul. É falsa e muitas vezes ideologizada a contradição que buscam estabelecer entre o fiscal e o social”, disse. “O amor e a liberdade são alicerces poderosos", disse. É assim a democracia”, disse. O governador reeleito do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e seu vice eleito, Gabriel Souza, tomaram posse hoje (1º) no cargo, em cerimônia na Assembleia Legislativa do estado, em Porto Alegre.
Leite, que foi eleito governador em 2018, volta ao cargo depois de ter renunciado em 31 de março para tentar concorrer à Presidência da República. O tucano ...
Além de indicar soluções reais para o enfrentamento dos ciclos recorrentes das secas através de robusto programa e irrigação para proteger as nossas lavouras”, afirmou. Eu não posso deixar de lembrar o esforço tremendo daqueles dias que se tornariam longos meses de pandemia, ainda não completamente superados, em que enfrentamos o desconhecido com respeito e com a ciência”, disse. Infelizmente, nós perdemos 40 mil vidas no Rio Grande do Sul, a quem eu rendo a minha homenagem e aproveito para expressar aos familiares e amigos daqueles que se foram os nossos sentimentos”, completou.
Eduardo Leite é um dos dois governadores eleitos pelo PSDB; ele derrotou Onyx Lorenzoni (PL) no segundo turno.
“Iremos melhorar a qualidade da educação e do aprendizado no Rio Grande do Sul. Arrumamos as contas, estamos arrumando o governo e vamos arrumar a escola", disse Leite. E, entre outros pontos do discurso, destacou saúde e educação como as prioridades da nova gestão.
A presença do namorado de Eduardo Leite (PSDB), o médico Thalis Bolzan, na cerimônia de posse do governador reeleito do Rio Grande do Sul na manhã deste...
Durante a campanha deste ano, Eduardo Leite afirmou ter sido vítima de preconceito pelo seu principal adversário, o deputado federal Onyx Lorenzoni (PL). Independentemente de posição política isso me emociona. No Twitter, usuários celebram o momento histórico — Leite foi o primeiro governador do país a se assumir homossexual e, agora, ao levar o companheiro para a solenidade que marca o início de seu segundo mandato.
Eduardo Leite, primeiro governador reeleito do Rio Grande do Sul, tomou posse na manhã deste domingo (1/1), em sessão solene na Assembleia Legislativa.
Outros destaques da primeira gestão foi a agenda de privatizações e concessões e o programa RS Seguro, que reduziu os índices de criminalidade. Foi presidente da Assembleia Legislativa em 2021, com uma gestão baseada na democracia ativa e interativa e na retomada do Rio Grande do Sul pós-pandemia. No primeiro ano de mandato na Assembleia, liderou a bancada e presidiu a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Atuou como membro titular das comissões de Saúde e Meio Ambiente e de Finanças, Planejamento, Fiscalização e Controle, além de ter presidido a Frente Parlamentar em Defesa das Universidades Públicas, Privadas e Comunitárias do RS. Como governador do Rio Grande do Sul, a partir de 2019, Leite aprovou as mais profundas reformas administrativa e previdenciária, incluindo a previdência de militares, entre os Estados brasileiros. “Hoje reencontro a população do meu querido Rio Grande na condição privilegiada e desafiadora de governador de todos os gaúchos. Leite observou que todos os desafios e objetivos serão perseguidos sem perder de vista o compromisso com a responsabilidade fiscal. “Iremos melhorar a qualidade da educação e do aprendizado no Rio Grande do Sul. Depois de 57 meses de salários do funcionalismo atrasados, o Estado passou a pagar os servidores em dia, cumprindo os repasses a hospitais e a fornecedores. Mostramos que é possível fazer política com firmeza e convicção, sem negociatas, confrontos e ataques, sem agredir adversários ou quem discorda de um determinado ponto de vista. A solenidade se iniciou às 10h15, no plenário 20 de Setembro, e foi conduzida pelo presidente do Legislativo, deputado Valdeci Oliveira. Ele assumiu o cargo para o período de 2023 a 2026, ao lado do vice-governador Gabriel Souza, também empossado neste domingo.
Leite, que vai assumir a presidência do PSDB, tenta ganhar visibilidade mirando uma candidatura ao Planalto em 2026.
Sem posição definida do PSDB entre o petismo e o bolsonarismo, Leite continua a apostar na neutralidade. Em 2018, Leite votou em Bolsonaro, mas, após anos de governo do capitão, o tucano recuou. No segundo turno das eleições de 2022, o gaúcho decidiu não divulgar publicamente seu posicionamento, que ele afirma ser de “centro” e longe da polarização. Apesar das articulações, a primeira prova de fogo do tucano ocorreu ainda em dezembro, antes mesmo de Leite tomar posse como governador. Aos 37 anos de idade, Leite tem uma carreira em ascensão na política gaúcha e nacional. Um trunfo de Leite na relação com a Assembleia é seu vice-governador, Gabriel Souza (MDB). A maioria dos eleitos é do PT – são 11 dos 55 que compõem a ALRS. A expectativa é finalizar o pagamento da dívida em 2031. Mas a receita do Rio Grande do Sul caiu em 2022 após a redução das alíquotas do ICMS sobre combustíveis. Suspenso desde 2017, o pagamento das parcelas será retomado em 2023 sob as regras do novo Regime de Recuperação Fiscal. Mas, apesar da vitória nas urnas, Leite terá que comandar um estado com déficit projetado de R$ 3,8 bilhões para 2023. Leite ganhará ainda mais destaque entre os tucanos, já que em fevereiro assumirá a presidência nacional do PSDB.
Reeleito, o tucano chegou à Assembleia Legislativa, em Porto Alegre, acompanhado do médico capixaba Thalis Bolzan na manhã de hoje.
E o meu é de muito amor pelo Thalis e pelo povo do Rio Grande do Sul. "Nós e o governo do presidente Quando tentaram fazer disso um assunto, houve o repúdio da população e o que importa é o sentimento que a gente carrega dentro de cada um de nós.